CPFs válidos pra teste, gerados localmente. Sem cadastro, sem servidor.
100% local
Sem rede
LGPD compliant
Gerador e validador de CPF
Gerar CPF
5 CPFs gerados
Validar CPF
Validação em tempo real, sem requisição de rede.
Por que você precisa de um CPF válido para testes?
Quem desenvolve software no Brasil cedo ou tarde esbarra num
formulário que pede CPF. O sistema espera 11 dígitos válidos —
não basta digitar 11111111111 e seguir, porque o
validador rejeita. E aqui mora o dilema: usar o seu CPF real é
péssima ideia (LGPD, rastreabilidade, dados em logs de teste);
inventar um número aleatório falha no algoritmo. A saída
profissional é o CPF gerado: numericamente válido, mas
comprovadamente fictício.
Esta ferramenta foi feita pra esse momento. Você está populando
uma base de homologação, validando um campo de cadastro,
mockando um endpoint de pagamento ou montando um caso de teste
automatizado — e precisa de CPFs que passem na validação
client-side e server-side, sem comprometer dados reais. Em
menos de cinco milissegundos por número, sem rede, sem
servidor, sem registro. Você abre, gera, copia e fecha.
Como funciona o algoritmo do CPF (sem mistério)
O CPF tem 11 dígitos: 9 são livres e 2 são verificadores,
calculados a partir dos primeiros 9. Esse mecanismo é público —
está documentado pela própria Receita Federal e em RFCs
informais que rodam o Brasil há décadas. Não há segredo: é
matemática.
O que são os dígitos verificadores
Os 2 últimos dígitos (DV1 e DV2) são checksums calculados sobre
os 9 anteriores. Eles servem pra detectar erros de digitação:
se você escreve um CPF errando uma posição, há uma chance alta
de o DV não bater e o sistema flagrar a falha antes de salvar
no banco. É o mesmo princípio do código de barras, do CNPJ, do
ISBN — todos usam algum tipo de verificação interna.
Por que o módulo 11
O CPF usa o algoritmo conhecido como módulo 11: você
multiplica cada um dos 9 primeiros dígitos por pesos
decrescentes (10, 9, 8, ..., 2), soma tudo, divide por 11, e
o resto da divisão dá origem ao DV1 (com a regra: se o resultado
for 10 ou 11, o DV vira 0). Para o DV2, o processo se repete
considerando os 10 primeiros dígitos com pesos de 11 a 2. É um
algoritmo simples de implementar em qualquer linguagem — o
código JavaScript que roda nesta página tem cerca de 30 linhas.
Como o algoritmo evita CPFs como 111.111.111-11
Tecnicamente, sequências como 11111111111 ou
22222222222 passam no cálculo de módulo 11 — o
checksum bate. Mas a Receita Federal trata esses casos como
inválidos porque jamais foram emitidos. Bons validadores
(incluindo o nosso) fazem essa rejeição explicitamente: se
todos os 11 dígitos são iguais, retorna inválido, mesmo que o
algoritmo matemático aceite. É um detalhe que separa código
tecnicamente correto de código completo.
Quando usar CPF com e sem pontuação
Numericamente, 123.456.789-09 e 12345678909
são idênticos — só muda a apresentação. Mas no mundo real,
sistemas têm preferências:
Formulários que aceitam só números
APIs REST modernas e bancos de dados costumam armazenar CPF
como string de 11 dígitos sem máscara. Se você tá testando uma
integração ou populando uma tabela diretamente, use o formato
sem pontuação. É também o padrão do CNPJ, RG e outros
documentos no contexto técnico.
Validações que esperam formato com pontuação
Inputs de UI em apps consumer-facing geralmente exibem o CPF
formatado para conferir a leitura humana. Bibliotecas de
máscara (jQuery Mask Plugin, IMaskJS, react-input-mask) podem
esperar o input já formatado pra funcionar bem. Para esses
casos, gere com pontuação.
Como garantir que seu sistema aceita ambos
Boa prática: no backend, normalize o CPF removendo
tudo que não é dígito antes de armazenar ou validar. No
frontend, exiba formatado mas envie limpo. Assim o usuário
pode digitar 123.456.789-09 ou
12345678909 sem quebrar nada. Esse é o tipo de
bug que aparece em produção e ninguém antecipou.
Como validar um CPF gerado
Esta página tem um validador embutido logo abaixo do gerador.
Cole qualquer CPF (gerado aqui, gerado em outro lugar ou
digitado manualmente) e o resultado aparece em tempo real, sem
requisição de rede. O algoritmo refaz o cálculo de DV1 e DV2 e
compara com os dígitos digitados. Se bater, o CPF é
estruturalmente válido — ou seja, passa em qualquer validador
client-side ou server-side bem implementado. Importante: isso
não significa que o CPF existe na Receita Federal.
Significa apenas que a sequência de 11 dígitos é
matematicamente consistente.
Perguntas frequentes
O CPF gerado pertence a alguém real?
Não. É um número fictício gerado por algoritmo matemático (módulo 11). Não consultamos a Receita Federal nem qualquer base de dados real.
É ilegal usar CPF gerado?
Não para testes técnicos. É ilegal usar qualquer CPF (real ou gerado) para fingir identidade ou cometer fraude. Use apenas em ambientes de desenvolvimento e QA.
Por que não preciso de internet para gerar?
O algoritmo do CPF roda 100% no seu navegador. Funciona até offline depois do primeiro carregamento da página.
Posso usar este CPF em produção?
Não. Use apenas em ambientes de teste. Em produção, sistemas devem validar CPFs reais via Receita Federal ou bases internas autorizadas.
Qual a diferença entre CPF com e sem pontuação?
Apenas formatação visual. Numericamente são iguais. Use o formato que seu sistema de teste espera receber.
O que é o dígito verificador?
São os 2 últimos dígitos do CPF. Calculados via módulo 11 sobre os 9 primeiros. Garantem que erros de digitação sejam detectados automaticamente pelo validador.
Como validar um CPF gerado?
Use a seção "Validar um CPF" desta mesma página. Cole o número e veja em tempo real se é válido — sem enviar dados a nenhum servidor.
Funciona no celular?
Sim. A geração é client-side, então funciona em qualquer navegador moderno: iOS Safari, Chrome Android, Firefox e Edge.
Posso gerar vários CPFs de uma vez?
Sim. Mude a quantidade de 1 para 5, 10, 20 ou 50. Útil para popular bancos de dados de teste em massa, com download em arquivo .txt.
Os CPFs gerados ficam salvos em algum lugar?
Não. O 4utils não armazena nada. O processamento é 100% local e nada é enviado a nenhum servidor — em conformidade com a LGPD.
Felipe e os 50 cadastros do sistema de qualificação
13h47 de uma terça. Felipe, comprador júnior, tinha uma reunião
de qualificação de fornecedores marcada pra 14h e descobriu que
o sistema novo precisava de 50 cadastros-teste populados —
cada um com CPF do responsável legal, válido, único, e
obviamente fictício. Ele abriu o gerador, mudou a
quantidade pra 50, baixou o .txt em sete segundos, colou na
planilha de seed e rodou o script. Quando os outros entraram
na sala, o ambiente já tava povoado.