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Gerador de Placa de Veículo

Gera placa Mercosul (AAA1A23) ou padrão antigo (AAA-1234).

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Padrão

Estrutura da placa veicular brasileira

A placa de identificação veicular brasileira passou por mudança formal em setembro de 2018, com a Resolução CONTRAN 729/2018 que adotou o padrão Mercosul. O formato antigo, em uso desde 1990 (AAA-1234, sete posições com 3 letras e 4 dígitos), foi substituído pelo Mercosul (AAA1A23, sete posições com 3 letras + 1 dígito + 1 letra + 2 dígitos). A migração não foi obrigatória pra todos os veículos — apenas pra emplacamentos novos, transferências interestaduais, troca por dano ou solicitação voluntária. Por isso, o trânsito brasileiro tem hoje uma mistura dos dois formatos: aproximadamente 60% Mercosul e 40% antigo, com a proporção se invertendo conforme a frota se renova.

Sob a regulação atual, placas brasileiras não usam dígito verificador — diferente de CPF, CNPJ, PIS e Renavam. A validação é puramente de formato (regex). O Senatran (antigo Denatran), Detran de cada estado e operadoras de pedágio (Sem Parar, ConectCar, Veloe) usam câmeras com OCR (LPR — License Plate Recognition) pra ler automaticamente, então a fonte da placa Mercosul é padronizada exatamente pra maximizar precisão de leitura. A placa também tem um QR Code embutido com dados do veículo, brasão da Bandeira nacional e bandeira do Mercosul, mas esses elementos visuais não fazem parte da string de identificação.

Perguntas frequentes

Qual a diferença entre placa Mercosul e padrão antigo?

Mercosul (Resolução CONTRAN 729/2018, vigor desde setembro/2018): AAA1A23 — 3 letras + 1 dígito + 1 letra + 2 dígitos. Antiga (1990-2018): AAA-1234 — 3 letras + 4 dígitos. Veículos novos saem com Mercosul; antigos mantêm o padrão antigo até transferência ou troca por dano.

Por que o Brasil adotou o padrão Mercosul?

Padronização entre Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai. Permite leitura automática consistente em fronteiras e pedágios, integra sistemas de identificação do bloco e dificulta clonagem por usar fonte oficial padronizada. Tem QR Code embutido com dados do veículo, brasão nacional e bandeira do Mercosul.

A placa gerada é de veículo real?

Não. É combinação aleatória dentro do formato válido. Pode coincidir com placa real — é coincidência probabilística. Pra consulta real (FIPE, multas, leilão, RENAVAM), use Detran do estado, SOS Placas, Consulta Placa do Senatran ou APIs como Sinesp Cidadão.

Placa tem dígito verificador como CPF e CNPJ?

Não. Placas brasileiras (Mercosul e antigas) não usam DV. Validação é só checagem de formato via regex: Mercosul ^[A-Z]{3}[0-9][A-Z][0-9]{2}$; Antiga ^[A-Z]{3}-?[0-9]{4}$. Pra confirmar existência, consulte Detran ou Senatran.

Pra que serve um gerador de placa?

Testar apps automotivos (Mottu, 99, Uber, iFood delivery em moto), sistemas de gestão de frota e oficinas (Cobli, Truckpad, Mecanizou), portais de seguro veicular, sistemas de pátio e estacionamento, integração com APIs do Senatran em sandbox. Combine com gerador de RENAVAM pra dados completos.

Letras I, O e Q aparecem em placas brasileiras?

Sim, todas aparecem — não há restrição oficial. O que existem são combinações reservadas ou negadas por razões institucionais (CIA, FBI, NSA, ANP, RFB etc) que o Senatran não emite. Nosso gerador não exclui essas combinações; pra produção, sistemas oficiais filtram.

Os dados saem do navegador?

Não. Geração é local em JavaScript — combinação aleatória no browser, sem consulta a base ou API. Em conformidade com LGPD (Lei 13.709/2018) — placa por si só não é dado pessoal, vira só quando associada a proprietário.